Como pensar a
pequena empresa


Por Luiz Oliveira Rios

Vamos começar tentando quebrar um paradigma que há muito vem impedindo diversos empresários de serem bem-sucedidos: parem de pensar como micro, pequeno, médio, pois no arcabouço mental desse pensamento está agregada a idéia de também ser frágil. Isso é bobagem. O mercado tem provado à exaustão que empresa fragilizada não tem necessariamente nada a ver com ser pequeno ou micro. Ora, se assim fosse, muitos grandões não teriam ido para o brejo, nem alguns gigantões, hoje , - conforme registros da grande imprensa - estariam com "profunda anemia".

Ser pequeno não significa ser fraco, assim como ser grande não traduz competência. Pensar certo, então, é compreender que do ponto de vista estrutural é possível ser pequeno, ou micro, ou gigantesco. A força, porém, está, isto sim, no espírito empreendedor. Depressa é bom esclarecer que a expressão “pensar certo” não deve ser confundida com pensamento positivo.

Assim, o desafio que lançamos, sem nenhuma pretensão de criarmos quaisquer rótulos, é solicitar que cada empresário considere-se empreendedor, seja aquele que preside um empreendimento e, como tal, esteja ciente e sereno sobre os riscos e as oportunidades oferecidas. A dupla dinâmica que pode fazer grande diferença para esse empresário: consciência e serenidade.

Consciência no sentido de saber o tipo de empreendimento em que se meteu (aliás, conforme atestam pesquisas sérias, não conhecer bem o negócio a ser explorado é uma da causas da alta mortalidade de pequenas e microempresas nos seus primeiros aninhos de vida). Serenidade para ter a calma necessária para pensar e meditar sobre decisões a serem tomadas na hora certa e segurar o rojão com classe.

O empreendedor, nesses tempos bicudos em que vivemos, pode reclamar de tudo (embora isso não resolva seus problemas), mas de uma coisa ele não pode falar: de não ter informações adequadas para tocar sua empresa. Seja no grito, no fax, na Internet, via satélite ou via diabo-a-quatro, o empreendedor tem imediato acesso a inúmeras informações úteis (e inúteis), em alguns casos a custo zero. Vai ser preciso, claro, selecionar as informações quentes.

Filiar-se e comparecer às reuniões de sua respectiva associação comercial é uma excelente fonte para a obtenção de boas informações.


Luiz Oliveira Rios é membro da Associação Brasileira de Marketing Direto e da Associação Paulista de Administração de Recursos Humanos


Como pensar a
pequena empresa


Por Luiz Oliveira Rios

Vamos começar tentando quebrar um paradigma que há muito vem impedindo diversos empresários de serem bem-sucedidos: parem de pensar como micro, pequeno, médio, pois no arcabouço mental desse pensamento está agregada a idéia de também ser frágil. Isso é bobagem. O mercado tem provado à exaustão que empresa fragilizada não tem necessariamente nada a ver com ser pequeno ou micro. Ora, se assim fosse, muitos grandões não teriam ido para o brejo, nem alguns gigantões, hoje , - conforme registros da grande imprensa - estariam com "profunda anemia".

Ser pequeno não significa ser fraco, assim como ser grande não traduz competência. Pensar certo, então, é compreender que do ponto de vista estrutural é possível ser pequeno, ou micro, ou gigantesco. A força, porém, está, isto sim, no espírito empreendedor. Depressa é bom esclarecer que a expressão “pensar certo” não deve ser confundida com pensamento positivo.

Assim, o desafio que lançamos, sem nenhuma pretensão de criarmos quaisquer rótulos, é solicitar que cada empresário considere-se empreendedor, seja aquele que preside um empreendimento e, como tal, esteja ciente e sereno sobre os riscos e as oportunidades oferecidas. A dupla dinâmica que pode fazer grande diferença para esse empresário: consciência e serenidade.

Consciência no sentido de saber o tipo de empreendimento em que se meteu (aliás, conforme atestam pesquisas sérias, não conhecer bem o negócio a ser explorado é uma da causas da alta mortalidade de pequenas e microempresas nos seus primeiros aninhos de vida). Serenidade para ter a calma necessária para pensar e meditar sobre decisões a serem tomadas na hora certa e segurar o rojão com classe.

O empreendedor, nesses tempos bicudos em que vivemos, pode reclamar de tudo (embora isso não resolva seus problemas), mas de uma coisa ele não pode falar: de não ter informações adequadas para tocar sua empresa. Seja no grito, no fax, na Internet, via satélite ou via diabo-a-quatro, o empreendedor tem imediato acesso a inúmeras informações úteis (e inúteis), em alguns casos a custo zero. Vai ser preciso, claro, selecionar as informações quentes.

Filiar-se e comparecer às reuniões de sua respectiva associação comercial é uma excelente fonte para a obtenção de boas informações.


Luiz Oliveira Rios é membro da Associação Brasileira de Marketing Direto e da Associação Paulista de Administração de Recursos Humanos
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