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O Brasil globalizado
Por Dalva Santana
Assim como a tecnologia dá passagem a velocidade da informação e esta agiliza as ações dentro das empresas, também precisamos estrategicamente olhar o mercado e seu comportamento à luz de novas soluções. Uma das soluções é enxergar o País não de modo altruísta e sim o País dentro de uma concepção mundial, valorizando sim, o que temos e já conseguimos , entretanto, é preciso olhar para fora e ver possibilidades de novos negócios aos nossos produtos e serviços.
O Brasil está como pilar da América Latina e assim como para suas necessidades e reivindicações dentro do mundo globalizado e é preciso urgentemente aproveitar este momento e tomar direção tendo como alvo: implementar novas parcerias comerciais, direcionar novos produtos e serviços com países que já são parceiros, investir na logística levando em consideração a dimensão continental de nosso país, principalmente em novos investimentos em portos que são hoje estratégicos para o escoamento da produção e revitalizar as ferrovias, não em detrimento das rodovias, mas como opção da logística de distribuição.
Esse posicionamento trouxe ao Brasil responsabilidades de líder e com isso, o privilégio de discutir questões importantes em relação ao comércio, negócios e parcerias internacionais. Hoje, estamos ampliando nossas exportações e importando menos em relação ao ano que passou, ou seja, estamos encontrando um equilíbrio dentro da economia. E quando falamos em olhar para fora de nosso País é encontrar o limiar de novos negócios surgindo para todos os tipos de empresa. O gerenciamento da cadeia passa por todos os ciclos (manufaturas, fornecedores e clientes) e é preciso estar atento à velocidade dessa informação com o objetivo de perpetuar e solidificar a mesma oferecendo ao mercado global produtos e serviços com diferenciais competitivos e inovadores. As pesquisas mostram um comportamento positivo em relação as exportações de produtos brasileiros para 2004 e novas parcerias, principalmente com a própria América Latina, Oriente Médio e África, precisamente, a Angola, onde temos afinidades de língua, empresas já instaladas neste País e, é claro, matriz cultural. Precisamos refazer a logística e incluir estas novas rotas de negócios promissores.
A importância do estreitamento destas novas parcerias levarão o Brasil a introduzir novos produtos e serviços que, por questões de cultura, níveis de exigências, deixam de ser comercializados em países parceiros. A perspectiva brasileira leva-nos a creditar um ano com mais exportações e crescimentos nas indústrias e, conseqüentemente, no aquecimento da empregabilidade. Isto nos reporta a volta dos investimentos e com isso, asseguramos o caminho logístico do produto e garantimos novos negócios para o País.
O Brasil está num contexto que embora globalizado é também antagônico onde é preciso refletir sobre questões internas prioritárias e isso deixa o País com excessiva carga de responsabilidades, pois, não só o Brasil, mas toda a América Latina carece de algumas questões a serem resolvidas que são de relevância. Hoje, a América Latina, juntamente com o Brasil, ocupa um espaço singular e há muitos países interessados na aquisição de produtos e serviços que estão com diferencial competitivo muito significativo em relação a outros países. A preocupação com a competitividade passou a ser um marco a ser percorrido pelas empresas que tem como objetivo exportar seus produtos e serviços .
O Brasil da logística continental caminha para novos rumos e abre espaço para negociações de um comércio sem restrições, principalmente, em relação aos produtos e serviços brasileiros e latino-americanos.
Dalva Santana, Prof. Logística Empresarial e Logística Internacional – Ulbra e Prof. Sistema de Apoio à Decisão da FAE. |
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O Brasil globalizado
Por Dalva Santana
Assim como a tecnologia dá passagem a velocidade da informação e esta agiliza as ações dentro das empresas, também precisamos estrategicamente olhar o mercado e seu comportamento à luz de novas soluções. Uma das soluções é enxergar o País não de modo altruísta e sim o País dentro de uma concepção mundial, valorizando sim, o que temos e já conseguimos , entretanto, é preciso olhar para fora e ver possibilidades de novos negócios aos nossos produtos e serviços.
O Brasil está como pilar da América Latina e assim como para suas necessidades e reivindicações dentro do mundo globalizado e é preciso urgentemente aproveitar este momento e tomar direção tendo como alvo: implementar novas parcerias comerciais, direcionar novos produtos e serviços com países que já são parceiros, investir na logística levando em consideração a dimensão continental de nosso país, principalmente em novos investimentos em portos que são hoje estratégicos para o escoamento da produção e revitalizar as ferrovias, não em detrimento das rodovias, mas como opção da logística de distribuição.
Esse posicionamento trouxe ao Brasil responsabilidades de líder e com isso, o privilégio de discutir questões importantes em relação ao comércio, negócios e parcerias internacionais. Hoje, estamos ampliando nossas exportações e importando menos em relação ao ano que passou, ou seja, estamos encontrando um equilíbrio dentro da economia. E quando falamos em olhar para fora de nosso País é encontrar o limiar de novos negócios surgindo para todos os tipos de empresa. O gerenciamento da cadeia passa por todos os ciclos (manufaturas, fornecedores e clientes) e é preciso estar atento à velocidade dessa informação com o objetivo de perpetuar e solidificar a mesma oferecendo ao mercado global produtos e serviços com diferenciais competitivos e inovadores. As pesquisas mostram um comportamento positivo em relação as exportações de produtos brasileiros para 2004 e novas parcerias, principalmente com a própria América Latina, Oriente Médio e África, precisamente, a Angola, onde temos afinidades de língua, empresas já instaladas neste País e, é claro, matriz cultural. Precisamos refazer a logística e incluir estas novas rotas de negócios promissores.
A importância do estreitamento destas novas parcerias levarão o Brasil a introduzir novos produtos e serviços que, por questões de cultura, níveis de exigências, deixam de ser comercializados em países parceiros. A perspectiva brasileira leva-nos a creditar um ano com mais exportações e crescimentos nas indústrias e, conseqüentemente, no aquecimento da empregabilidade. Isto nos reporta a volta dos investimentos e com isso, asseguramos o caminho logístico do produto e garantimos novos negócios para o País.
O Brasil está num contexto que embora globalizado é também antagônico onde é preciso refletir sobre questões internas prioritárias e isso deixa o País com excessiva carga de responsabilidades, pois, não só o Brasil, mas toda a América Latina carece de algumas questões a serem resolvidas que são de relevância. Hoje, a América Latina, juntamente com o Brasil, ocupa um espaço singular e há muitos países interessados na aquisição de produtos e serviços que estão com diferencial competitivo muito significativo em relação a outros países. A preocupação com a competitividade passou a ser um marco a ser percorrido pelas empresas que tem como objetivo exportar seus produtos e serviços .
O Brasil da logística continental caminha para novos rumos e abre espaço para negociações de um comércio sem restrições, principalmente, em relação aos produtos e serviços brasileiros e latino-americanos.
Dalva Santana, Prof. Logística Empresarial e Logística Internacional – Ulbra e Prof. Sistema de Apoio à Decisão da FAE. |
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