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O ambiente de TI e a mudança de atitudes
A busca de maior competitividade está levando as organizações a assimilarem e desenvolver novos modelos de gestão, cada vez mais arrojados. A euforia criada pela tecnologia está conduzindo muitas companhias a aplicar recursos financeiros em novas ferramentas e processos, buscando os benefícios de uma melhor performance dos recursos humanos, ganhos de escala, agilidade administrativa e economia (fazer mais, pelo menor custo possível) e, isso tudo, num ambiente externo altamente competitivo.
Novos conceitos surgem e boa parte dos custos de TI não está mais no orçamento restrito da área : É a hora e a vez dos usuários... Pois, as pessoas são o diferencial competitivo e, fazem a diferença.
Nos últimos anos o papel da Tecnologia de Informação se tornou mais estratégico e tem como premissa maior agregar valor ao negócio, através do aumento da produtividade e, conseqüentemente, uma parcela maior dos gastos em TI passou a ser de responsabilidade direta das áreas usuárias, priorizadas em CRM, comércio eletrônico (B2B / B2C), data warehousing, APS e infra-estrutura.
Se de um lado, aumenta os investimentos em tecnologia, aumenta também as cobranças de resultados. Pois então, o negócio agora é colaboratividade e, graças ao poder da conectividade e interatividade da web, estão surgindo tecnologias de colaboratividade de grande eficácia. São ferramentas, que se tornam indispensáveis para as organizações no desenvolvimento de produtos neste cenário altamente competitivo.
Assim, viabilizar a integração efetiva dos consumidores com a cadeia de fornecedores e equipes de projetos espalhados é a apotegma da gestão pragmática. Por meio da implementação de uma rede colaborativa, que roda na Internet, conectando ERP (Enterprise Resource Planning), SCM (Supply Chain Management) e CRM (Customer Relationship Management), MÊS (Manufacturing Executive System), EIP (Enterprise Information Portal), entre outros, que integrados concretizam e antecipam os sonhos de consumo dos clientes, na ponta da linha de produção.
Com isso, qualquer necessidade de modificação, atualização ou sugestão vinda de qualquer parte da cadeia produtiva, inclusive do cliente final, é rapidamente percebida e, se as pessoas estiverem comprometidas e preparadas para este novo ambiente, rapidamente a organização responderá com a implementação de novos produtos ou recall, exigindo negociações transparentes, confiança e integração em toda a malha colaborativa.
Ocorre que, para alcançar o êxito e perceber os ganhos com a tecnologia, contamos com o “velho e bom Ser Humano", pois são estes os recursos que ajudarão esta tecnologia e toda a máquina organizacional funcionar.
Como profissional em gestão de Seres Humanos, tenho visto muitas empresas embarcarem na nova era tecnológica, investindo fortunas sem, no entanto, estudarem com mais prudência o impacto destes novos sistemas de gestão. Algumas vezes, deixam de lado questões do campo emocional, não respeitando os receios e medos dos colaboradores diante do embate homem X máquina.
Resultado: Mesmo com grande avanço no campo tecnológico, com estas ferramentas maravilhosas, constatamos uma queda de produtividade, aliada à forte resistência das pessoas em mudar seus hábitos de trabalho.
Aí que a coisa pega : Como desenvolver as pessoas para uma atitude pró-ativa em ambientes de mudanças? Não deixem de considerar que até os anos 80, o emprego era sinônimo de estabilidade ou seja: Zona de Conforto. Pois bem, a tecnologia contemporânea reforça o sentimento de impotência do empregado diante da rotatividade e da quase extinção do emprego, pois agora, nas novas relações de trabalho, fala-se no empreendimento da própria carreira. Assim, a rotatividade aumentou significativamente, tirando as pessoas da chamada zona de conforto.
Parece-me que o conceito de Change Management (gestão de mudanças) é a alternativa para mudar atitudes, pessoas e encontrar uma maneira de reinventar a arquitetura organizacional e, este é o desafio das empresas que estão passando por processos de fusão, implementação de novas tecnologias e suas ferramentas, como as já citadas anteriormente, que muitas vezes causam forte impacto na cultura corporativa, tirando as pessoas da zona de conforto, mas de uma maneira tão dura e inflexível que as jogam na zona de pavor.
Assim, como profissionais de Recursos Humanos, precisamos mostrar aos colaboradores que a mudança será positiva e que as pessoas, ainda continuam sendo o componente mais importante da gestão empresarial. O processo de Change Management, identifica, preliminarmente, o funcionamento do fluxo de informação e processos da organização e, antes de qualquer mudança promovem, primeiramente uma ação de levantamento de idéias e dos impactos em cada pessoa, para depois, demonstrar que a nova tecnologia trará benefícios e os deixarão livres para outras funções, muito mais estratégicas.
Desta maneira, este conceito busca evitar que as pessoas trabalhem contra a implementação tecnológica, pois justamente, buscamos uma integração com nossos Recursos Humanos, apresentando uma nova forma destes defenderem seu espaço, seja ele um emprego ou um vínculo contratual, afinal, isso agora não importa...
Pense Nisso!
,A busca de maior competitividade está levando as organizações a assimilarem e desenvolver novos modelos de gestão, cada vez mais arrojados. A euforia criada pela tecnologia está conduzindo muitas companhias a aplicar recursos financeiros em novas ferramentas e processos, buscando os benefícios de uma melhor performance dos recursos humanos, ganhos de escala, agilidade administrativa e economia (fazer mais, pelo menor custo possível) e, isso tudo, num ambiente externo altamente competitivo.
Novos conceitos surgem e boa parte dos custos de TI não está mais no orçamento restrito da área : É a hora e a vez dos usuários... Pois, as pessoas são o diferencial competitivo e, fazem a diferença.
Nos últimos anos o papel da Tecnologia de Informação se tornou mais estratégico e tem como premissa maior agregar valor ao negócio, através do aumento da produtividade e, conseqüentemente, uma parcela maior dos gastos em TI passou a ser de responsabilidade direta das áreas usuárias, priorizadas em CRM, comércio eletrônico (B2B / B2C), data warehousing, APS e infra-estrutura.
Se de um lado, aumenta os investimentos em tecnologia, aumenta também as cobranças de resultados. Pois então, o negócio agora é colaboratividade e, graças ao poder da conectividade e interatividade da web, estão surgindo tecnologias de colaboratividade de grande eficácia. São ferramentas, que se tornam indispensáveis para as organizações no desenvolvimento de produtos neste cenário altamente competitivo.
Assim, viabilizar a integração efetiva dos consumidores com a cadeia de fornecedores e equipes de projetos espalhados é a apotegma da gestão pragmática. Por meio da implementação de uma rede colaborativa, que roda na Internet, conectando ERP (Enterprise Resource Planning), SCM (Supply Chain Management) e CRM (Customer Relationship Management), MÊS (Manufacturing Executive System), EIP (Enterprise Information Portal), entre outros, que integrados concretizam e antecipam os sonhos de consumo dos clientes, na ponta da linha de produção.
Com isso, qualquer necessidade de modificação, atualização ou sugestão vinda de qualquer parte da cadeia produtiva, inclusive do cliente final, é rapidamente percebida e, se as pessoas estiverem comprometidas e preparadas para este novo ambiente, rapidamente a organização responderá com a implementação de novos produtos ou recall, exigindo negociações transparentes, confiança e integração em toda a malha colaborativa.
Ocorre que, para alcançar o êxito e perceber os ganhos com a tecnologia, contamos com o “velho e bom Ser Humano", pois são estes os recursos que ajudarão esta tecnologia e toda a máquina organizacional funcionar.
Como profissional em gestão de Seres Humanos, tenho visto muitas empresas embarcarem na nova era tecnológica, investindo fortunas sem, no entanto, estudarem com mais prudência o impacto destes novos sistemas de gestão. Algumas vezes, deixam de lado questões do campo emocional, não respeitando os receios e medos dos colaboradores diante do embate homem X máquina.
Resultado: Mesmo com grande avanço no campo tecnológico, com estas ferramentas maravilhosas, constatamos uma queda de produtividade, aliada à forte resistência das pessoas em mudar seus hábitos de trabalho.
Aí que a coisa pega : Como desenvolver as pessoas para uma atitude pró-ativa em ambientes de mudanças? Não deixem de considerar que até os anos 80, o emprego era sinônimo de estabilidade ou seja: Zona de Conforto. Pois bem, a tecnologia contemporânea reforça o sentimento de impotência do empregado diante da rotatividade e da quase extinção do emprego, pois agora, nas novas relações de trabalho, fala-se no empreendimento da própria carreira. Assim, a rotatividade aumentou significativamente, tirando as pessoas da chamada zona de conforto.
Parece-me que o conceito de Change Management (gestão de mudanças) é a alternativa para mudar atitudes, pessoas e encontrar uma maneira de reinventar a arquitetura organizacional e, este é o desafio das empresas que estão passando por processos de fusão, implementação de novas tecnologias e suas ferramentas, como as já citadas anteriormente, que muitas vezes causam forte impacto na cultura corporativa, tirando as pessoas da zona de conforto, mas de uma maneira tão dura e inflexível que as jogam na zona de pavor.
Assim, como profissionais de Recursos Humanos, precisamos mostrar aos colaboradores que a mudança será positiva e que as pessoas, ainda continuam sendo o componente mais importante da gestão empresarial. O processo de Change Management, identifica, preliminarmente, o funcionamento do fluxo de informação e processos da organização e, antes de qualquer mudança promovem, primeiramente uma ação de levantamento de idéias e dos impactos em cada pessoa, para depois, demonstrar que a nova tecnologia trará benefícios e os deixarão livres para outras funções, muito mais estratégicas.
Desta maneira, este conceito busca evitar que as pessoas trabalhem contra a implementação tecnológica, pois justamente, buscamos uma integração com nossos Recursos Humanos, apresentando uma nova forma destes defenderem seu espaço, seja ele um emprego ou um vínculo contratual, afinal, isso agora não importa...
Pense Nisso!
Alberto Carlos Paschoaletto é consultor de Recursos Humanos e colaborador da B4U News.,Alberto Carlos Paschoaletto é consultor de Recursos Humanos e colaborador da B4U News. |
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O ambiente de TI e a mudança de atitudes
A busca de maior competitividade está levando as organizações a assimilarem e desenvolver novos modelos de gestão, cada vez mais arrojados. A euforia criada pela tecnologia está conduzindo muitas companhias a aplicar recursos financeiros em novas ferramentas e processos, buscando os benefícios de uma melhor performance dos recursos humanos, ganhos de escala, agilidade administrativa e economia (fazer mais, pelo menor custo possível) e, isso tudo, num ambiente externo altamente competitivo.
Novos conceitos surgem e boa parte dos custos de TI não está mais no orçamento restrito da área : É a hora e a vez dos usuários... Pois, as pessoas são o diferencial competitivo e, fazem a diferença.
Nos últimos anos o papel da Tecnologia de Informação se tornou mais estratégico e tem como premissa maior agregar valor ao negócio, através do aumento da produtividade e, conseqüentemente, uma parcela maior dos gastos em TI passou a ser de responsabilidade direta das áreas usuárias, priorizadas em CRM, comércio eletrônico (B2B / B2C), data warehousing, APS e infra-estrutura.
Se de um lado, aumenta os investimentos em tecnologia, aumenta também as cobranças de resultados. Pois então, o negócio agora é colaboratividade e, graças ao poder da conectividade e interatividade da web, estão surgindo tecnologias de colaboratividade de grande eficácia. São ferramentas, que se tornam indispensáveis para as organizações no desenvolvimento de produtos neste cenário altamente competitivo.
Assim, viabilizar a integração efetiva dos consumidores com a cadeia de fornecedores e equipes de projetos espalhados é a apotegma da gestão pragmática. Por meio da implementação de uma rede colaborativa, que roda na Internet, conectando ERP (Enterprise Resource Planning), SCM (Supply Chain Management) e CRM (Customer Relationship Management), MÊS (Manufacturing Executive System), EIP (Enterprise Information Portal), entre outros, que integrados concretizam e antecipam os sonhos de consumo dos clientes, na ponta da linha de produção.
Com isso, qualquer necessidade de modificação, atualização ou sugestão vinda de qualquer parte da cadeia produtiva, inclusive do cliente final, é rapidamente percebida e, se as pessoas estiverem comprometidas e preparadas para este novo ambiente, rapidamente a organização responderá com a implementação de novos produtos ou recall, exigindo negociações transparentes, confiança e integração em toda a malha colaborativa.
Ocorre que, para alcançar o êxito e perceber os ganhos com a tecnologia, contamos com o “velho e bom Ser Humano", pois são estes os recursos que ajudarão esta tecnologia e toda a máquina organizacional funcionar.
Como profissional em gestão de Seres Humanos, tenho visto muitas empresas embarcarem na nova era tecnológica, investindo fortunas sem, no entanto, estudarem com mais prudência o impacto destes novos sistemas de gestão. Algumas vezes, deixam de lado questões do campo emocional, não respeitando os receios e medos dos colaboradores diante do embate homem X máquina.
Resultado: Mesmo com grande avanço no campo tecnológico, com estas ferramentas maravilhosas, constatamos uma queda de produtividade, aliada à forte resistência das pessoas em mudar seus hábitos de trabalho.
Aí que a coisa pega : Como desenvolver as pessoas para uma atitude pró-ativa em ambientes de mudanças? Não deixem de considerar que até os anos 80, o emprego era sinônimo de estabilidade ou seja: Zona de Conforto. Pois bem, a tecnologia contemporânea reforça o sentimento de impotência do empregado diante da rotatividade e da quase extinção do emprego, pois agora, nas novas relações de trabalho, fala-se no empreendimento da própria carreira. Assim, a rotatividade aumentou significativamente, tirando as pessoas da chamada zona de conforto.
Parece-me que o conceito de Change Management (gestão de mudanças) é a alternativa para mudar atitudes, pessoas e encontrar uma maneira de reinventar a arquitetura organizacional e, este é o desafio das empresas que estão passando por processos de fusão, implementação de novas tecnologias e suas ferramentas, como as já citadas anteriormente, que muitas vezes causam forte impacto na cultura corporativa, tirando as pessoas da zona de conforto, mas de uma maneira tão dura e inflexível que as jogam na zona de pavor.
Assim, como profissionais de Recursos Humanos, precisamos mostrar aos colaboradores que a mudança será positiva e que as pessoas, ainda continuam sendo o componente mais importante da gestão empresarial. O processo de Change Management, identifica, preliminarmente, o funcionamento do fluxo de informação e processos da organização e, antes de qualquer mudança promovem, primeiramente uma ação de levantamento de idéias e dos impactos em cada pessoa, para depois, demonstrar que a nova tecnologia trará benefícios e os deixarão livres para outras funções, muito mais estratégicas.
Desta maneira, este conceito busca evitar que as pessoas trabalhem contra a implementação tecnológica, pois justamente, buscamos uma integração com nossos Recursos Humanos, apresentando uma nova forma destes defenderem seu espaço, seja ele um emprego ou um vínculo contratual, afinal, isso agora não importa...
Pense Nisso!
,A busca de maior competitividade está levando as organizações a assimilarem e desenvolver novos modelos de gestão, cada vez mais arrojados. A euforia criada pela tecnologia está conduzindo muitas companhias a aplicar recursos financeiros em novas ferramentas e processos, buscando os benefícios de uma melhor performance dos recursos humanos, ganhos de escala, agilidade administrativa e economia (fazer mais, pelo menor custo possível) e, isso tudo, num ambiente externo altamente competitivo.
Novos conceitos surgem e boa parte dos custos de TI não está mais no orçamento restrito da área : É a hora e a vez dos usuários... Pois, as pessoas são o diferencial competitivo e, fazem a diferença.
Nos últimos anos o papel da Tecnologia de Informação se tornou mais estratégico e tem como premissa maior agregar valor ao negócio, através do aumento da produtividade e, conseqüentemente, uma parcela maior dos gastos em TI passou a ser de responsabilidade direta das áreas usuárias, priorizadas em CRM, comércio eletrônico (B2B / B2C), data warehousing, APS e infra-estrutura.
Se de um lado, aumenta os investimentos em tecnologia, aumenta também as cobranças de resultados. Pois então, o negócio agora é colaboratividade e, graças ao poder da conectividade e interatividade da web, estão surgindo tecnologias de colaboratividade de grande eficácia. São ferramentas, que se tornam indispensáveis para as organizações no desenvolvimento de produtos neste cenário altamente competitivo.
Assim, viabilizar a integração efetiva dos consumidores com a cadeia de fornecedores e equipes de projetos espalhados é a apotegma da gestão pragmática. Por meio da implementação de uma rede colaborativa, que roda na Internet, conectando ERP (Enterprise Resource Planning), SCM (Supply Chain Management) e CRM (Customer Relationship Management), MÊS (Manufacturing Executive System), EIP (Enterprise Information Portal), entre outros, que integrados concretizam e antecipam os sonhos de consumo dos clientes, na ponta da linha de produção.
Com isso, qualquer necessidade de modificação, atualização ou sugestão vinda de qualquer parte da cadeia produtiva, inclusive do cliente final, é rapidamente percebida e, se as pessoas estiverem comprometidas e preparadas para este novo ambiente, rapidamente a organização responderá com a implementação de novos produtos ou recall, exigindo negociações transparentes, confiança e integração em toda a malha colaborativa.
Ocorre que, para alcançar o êxito e perceber os ganhos com a tecnologia, contamos com o “velho e bom Ser Humano", pois são estes os recursos que ajudarão esta tecnologia e toda a máquina organizacional funcionar.
Como profissional em gestão de Seres Humanos, tenho visto muitas empresas embarcarem na nova era tecnológica, investindo fortunas sem, no entanto, estudarem com mais prudência o impacto destes novos sistemas de gestão. Algumas vezes, deixam de lado questões do campo emocional, não respeitando os receios e medos dos colaboradores diante do embate homem X máquina.
Resultado: Mesmo com grande avanço no campo tecnológico, com estas ferramentas maravilhosas, constatamos uma queda de produtividade, aliada à forte resistência das pessoas em mudar seus hábitos de trabalho.
Aí que a coisa pega : Como desenvolver as pessoas para uma atitude pró-ativa em ambientes de mudanças? Não deixem de considerar que até os anos 80, o emprego era sinônimo de estabilidade ou seja: Zona de Conforto. Pois bem, a tecnologia contemporânea reforça o sentimento de impotência do empregado diante da rotatividade e da quase extinção do emprego, pois agora, nas novas relações de trabalho, fala-se no empreendimento da própria carreira. Assim, a rotatividade aumentou significativamente, tirando as pessoas da chamada zona de conforto.
Parece-me que o conceito de Change Management (gestão de mudanças) é a alternativa para mudar atitudes, pessoas e encontrar uma maneira de reinventar a arquitetura organizacional e, este é o desafio das empresas que estão passando por processos de fusão, implementação de novas tecnologias e suas ferramentas, como as já citadas anteriormente, que muitas vezes causam forte impacto na cultura corporativa, tirando as pessoas da zona de conforto, mas de uma maneira tão dura e inflexível que as jogam na zona de pavor.
Assim, como profissionais de Recursos Humanos, precisamos mostrar aos colaboradores que a mudança será positiva e que as pessoas, ainda continuam sendo o componente mais importante da gestão empresarial. O processo de Change Management, identifica, preliminarmente, o funcionamento do fluxo de informação e processos da organização e, antes de qualquer mudança promovem, primeiramente uma ação de levantamento de idéias e dos impactos em cada pessoa, para depois, demonstrar que a nova tecnologia trará benefícios e os deixarão livres para outras funções, muito mais estratégicas.
Desta maneira, este conceito busca evitar que as pessoas trabalhem contra a implementação tecnológica, pois justamente, buscamos uma integração com nossos Recursos Humanos, apresentando uma nova forma destes defenderem seu espaço, seja ele um emprego ou um vínculo contratual, afinal, isso agora não importa...
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Alberto Carlos Paschoaletto é consultor de Recursos Humanos e colaborador da B4U News.,Alberto Carlos Paschoaletto é consultor de Recursos Humanos e colaborador da B4U News. |
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