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Sentidos e emoções
Por Kátia Bello
Você já reparou o número de mensagens e informações que recebemos diariamente e como nós somos bombardeados com inúmeras novas opções a cada dia? Mesmo recebendo uma carga astronômica de informação todos os dias, nosso cérebro tem um mecanismo de limpeza automático, ou seja, ele só armazena as informações importantes. As que são consideradas irrelevantes são descartadas.
Você já deve ter reparado que, dentre as informações importantes, há algumas que ocupam um lugar especial. Se alguém perguntar o número do meu RG, que é uma informação importante, eu direi prontamente. Agora, se alguém me perguntar como foi ver pela primeira vez a Torre Eiffel, certamente meu semblante mudará, e meu cérebro resgatará cada detalhe desta emoção.
Ao lembrar destes momentos, somos capazes de descrever detalhes como a música que tocava, o cheiro ou a cor do céu, como se fôssemos atores de uma cena que se repete. Feche os olhos por um instante e tente lembrar de algum momento marcante da sua vida. Certamente, os que virão à sua mente serão momentos em que você teve uma profunda experiência sensorial e emocional.
Ao lembrar destes momentos, somos capazes de descrever detalhes como a música que tocava, o cheiro ou a cor do céu, como se fôssemos atores de uma cena que se repete. Feche os olhos por um instante e tente se lembrar de algum momento marcante da sua vida. Certamente, virão à sua mente situações com uma profunda experiência sensorial e emocional.
Tudo que eu disse até agora foi para chegar a este ponto: experiência sensorial e emocional. É por meio dos sentidos (visão, tato, olfato, paladar e audição) que percebemos o mundo à nossa volta. É deles que vêm as informações para que formemos uma opinião sobre todo o meio que nos cerca, o que inclui lugares, pessoas, marcas ou lojas, por exemplo.
As lojas começam timidamente a explorar os sentidos dos consumidores. Algumas colocam um cheirinho, outras capricham no visual, mas poucas se comunicam com o consumidor articulando estrategicamente os cinco canais/sentidos. A mesma música que pode estimular um determinado tipo de público a consumir pode afastar outra parcela de pessoas da loja. Antes de sair colocando cheirinhos ou monitores de TV que passam DVDs incessantes, é preciso entender quem se quer estimular e organizar os estímulos para envolvê-lo.
Emocionar é muito mais complexo do que informar. Construir lojas que realmente proporcionem experiências sensoriais requer planejamento e investimento. É preciso envolver o cliente na experiência de compra para que sua loja não seja apagada na limpeza automática que o cérebro do cliente realiza. Sua loja é um amontoado de produtos ou é envolvente e se comunica com as pessoas? Como você estimula seus clientes? Eles entendem a mensagem? Deixo vocês com as sábias palavras de Benjamin Franklin: "Diga-me, e eu esquecerei, mostre-me, e talvez eu lembrarei, envolva-me, e eu entenderei".
Fonte: www.empreendedor.com.br
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Sentidos e emoções
Por Kátia Bello
Você já reparou o número de mensagens e informações que recebemos diariamente e como nós somos bombardeados com inúmeras novas opções a cada dia? Mesmo recebendo uma carga astronômica de informação todos os dias, nosso cérebro tem um mecanismo de limpeza automático, ou seja, ele só armazena as informações importantes. As que são consideradas irrelevantes são descartadas.
Você já deve ter reparado que, dentre as informações importantes, há algumas que ocupam um lugar especial. Se alguém perguntar o número do meu RG, que é uma informação importante, eu direi prontamente. Agora, se alguém me perguntar como foi ver pela primeira vez a Torre Eiffel, certamente meu semblante mudará, e meu cérebro resgatará cada detalhe desta emoção.
Ao lembrar destes momentos, somos capazes de descrever detalhes como a música que tocava, o cheiro ou a cor do céu, como se fôssemos atores de uma cena que se repete. Feche os olhos por um instante e tente lembrar de algum momento marcante da sua vida. Certamente, os que virão à sua mente serão momentos em que você teve uma profunda experiência sensorial e emocional.
Ao lembrar destes momentos, somos capazes de descrever detalhes como a música que tocava, o cheiro ou a cor do céu, como se fôssemos atores de uma cena que se repete. Feche os olhos por um instante e tente se lembrar de algum momento marcante da sua vida. Certamente, virão à sua mente situações com uma profunda experiência sensorial e emocional.
Tudo que eu disse até agora foi para chegar a este ponto: experiência sensorial e emocional. É por meio dos sentidos (visão, tato, olfato, paladar e audição) que percebemos o mundo à nossa volta. É deles que vêm as informações para que formemos uma opinião sobre todo o meio que nos cerca, o que inclui lugares, pessoas, marcas ou lojas, por exemplo.
As lojas começam timidamente a explorar os sentidos dos consumidores. Algumas colocam um cheirinho, outras capricham no visual, mas poucas se comunicam com o consumidor articulando estrategicamente os cinco canais/sentidos. A mesma música que pode estimular um determinado tipo de público a consumir pode afastar outra parcela de pessoas da loja. Antes de sair colocando cheirinhos ou monitores de TV que passam DVDs incessantes, é preciso entender quem se quer estimular e organizar os estímulos para envolvê-lo.
Emocionar é muito mais complexo do que informar. Construir lojas que realmente proporcionem experiências sensoriais requer planejamento e investimento. É preciso envolver o cliente na experiência de compra para que sua loja não seja apagada na limpeza automática que o cérebro do cliente realiza. Sua loja é um amontoado de produtos ou é envolvente e se comunica com as pessoas? Como você estimula seus clientes? Eles entendem a mensagem? Deixo vocês com as sábias palavras de Benjamin Franklin: "Diga-me, e eu esquecerei, mostre-me, e talvez eu lembrarei, envolva-me, e eu entenderei".
Fonte: www.empreendedor.com.br
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